• Clau Gazel

É a cara da França: Lampe Berger

Para inaugurar uma nova “categoria ” do blog, de coisas que são “a cara da França”, eu precisava escolher algo especial. Milhares de coisas me vieram à cabeça e, obviamente, todas elas acabarão aqui um dia. Lembrei de como descobri a Lampe Berger, e achei que hoje este espaço era dela. Fui para Madrid em 2009 e comprei um frasco enorme de algo que eu julgava ser essência para aromatizador de ambientes. De fato era. Mas não para um aromatizador qualquer e sim para uma lamparina francesa chamada Lampe Berger. Nem preciso dizer que a essência ficou guardada até a próxima viagem, quando encontrei e comprei a lamparina. Depois ficava usando aos pouquinhos, para não acabar com a essência, já que  não dava para comprar no Brasil. Mas agora, aqui em Paris posso me esbaldar, experimentar diversos perfumes e nem preciso mais economizar as essências!


A primeira Lampe Berger foi criada em 1898 por Maurice Berger, para desinfetar hospitais. Foi apenas a partir de 1930 que  a lamparina começou a ser usada em residências e passou a ser objeto de coleção.  Por volta dos anos 80 o design das lamparinas foi modernizado. O sistema lampe berger tem um queimador de cerâmica porosa que alcança a temperatura de 500º e garante a perfeita difusão do perfume no ambiente. Ele é objeto de 6 patentes internacionais. Atualmente são mais de 80 fragâncias entre frutas, flores e outros especiais, como Vento do Oceano e Chá. Os que eu mais gosto são Herbes Folles, Feuille de Menthe e Pluie d’Eté, todos bem refrescantes. As lamparinas estão disponíveis em diversas cores e modelos… é até difícil de escolher. As mais simples custam aproximadamente 37 euros. As versões de arte, para colecionadores, podem alcançar os 1,2 mil euros! Os produtos são vendidos em lojas de departamentos e de utensílios domésticos.

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