• Clau Gazel

L’Epi Dupin

O L’Epi Dupin já fazia parte da minha lista de desejos parisienses há muito tempo. O restaurante existe há 15 anos e parece gozar de boa reputação desde sua inauguração. Dicas e recomendações vindas de vários lados automaticamente elevaram minhas expectativas. Mas eu ainda não havia conseguido ir por um simples motivo: ele não abre nem aos sábados nem aos domingos. Localizado numa rua tranquila, mas bem perto do burburinho do Le Bon Marché,  é um lugar que não chama a atenção ao passar pela calçada. Com mais ou menos 50 lugares, o lugar pequeno e acolhedor surpreende: decoração simples, moderna e de bom gosto, equipe muito simpática e um zum zum agradável que dá um ar de  local frequentados por habitués. O cardápio funciona com  4 ou 5 entradas, pratos e sobremesas (25 euros entrada + prato ou prato + sobremesa; 35 euros entrada + prato + sobremesa). A tortinha de chevre com echalote  perfeitamente caramelizada só não estava melhor porque poderia ter um pouquinho a mais de chevre. Os pratos que provamos: coquille Saint-Jacques, servido numa wok, com lâminas de legumes em calda cítrica e magret de canette com batatas. A coquille era deliciosa e bem temperada. Mas a canette é daqueles pratos que digo que nunca vou esquecer! Os motivos são esses: a carne muito macia e no ponto perfeito (o magret se come ao ponto, vermelhinho, se não a carne fica dura, difícil de mastigar e de engolir), servida num senhor molho, muito bem temperado com evas, cebolas e batatinhas que derretiam na boca. Uma combinação simples e de matar. Babou? Eu também, porque a canette não era o meu prato, e sim o da minha amiga. Infelizmente, não consegui chegar na sobremesa. Ah, para saber como comprei uma trufa dentro do restaurante, leia também este outro post, porque essa é uma história à parte.




Anote: 11, Rue Dupin; seg – 19/23h; ter/sex – 12/15h e 19/23h; metrô Sevres-Babylone (linhas 10 e 12).

#dicasdeParis #LEpiDupin

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